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Tuesday, December 11, 2012
Monday, July 16, 2012
Porque por vezes as palavras dos outros nos assentam como uma luva...
O momento da decisão é um momento de impiedade. Escolhemos aquilo que é bom para nós, e os outros que se aguentem. Há com certeza excepções altruístas, ocasionais ou reincidentes, mas em geral é cada um por si. A nossa decisão muitas vezes não tem mal nenhum, o mundo continua todo exactamente como dantes, fica tudo esquecido num instante. Mas há decisões que afectam toda a vida de terceiros, de alto e baixo, e durante anos. Quem dispõe com impiedade da vida dos outros está no seu legítimo direito, mas também ter que ser homenzinho (ou mulherzinha) suficiente para aguentar o embate. Não falo de vinganças, que é coisa que detesto, ou de ressentimentos, que talvez sejam ainda piores que a vingança; o que eu digo é que quem dá uma navalhada tem de estar disposto a conviver com a cicatriz na cara de quem esfaqueou. Seria grotesco que protestasse contra a cicatriz, por inestética e ofensiva, quando segurou a arma branca que rasgou o rosto alheio. A impiedade da decisão tem de ser obrigada a conviver com a impiedade dos resultados da decisão. É um espectáculo lamentável? Ah, só reparaste agora?
Pedro Mexia
Thursday, July 12, 2012
A wolf among wolves
"Somos frágeis e fátuos e insignificantes. O amor às vezes reduz essa insignificância ou cria a ilusão de que significamos alguma coisa. Outras vezes é o mesmo amor que nos reduz à nossa insignificância. E de cada vez que aprendemos isto, aprendemos isto pela primeira vez."
Pedro Mexia
(in http://estadocivil.blogspot.pt/2008_01_01_archive.html)
[http://www.youtube.com/watch?v=78Fldi1Fq7A]
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